Horas antes de ser morta, juíza decretou a prisão de oito PMs

Policiais são acusados de homicídio contra jovem de 18 anos. Caso foi registrado como auto de resistência

iG Rio de Janeiro |

Horas antes de ser assassinada na porta de sua casa no município de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a juíza Patrícia Lourival Acioli , que atuava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, decretou a prisão preventiva de oito PMs suspeitos de um homicídio contra um jovem de 18 anos identificado como Diego da Conceição de Beline.

O crime, ocorrido no último dia 5 de julho no Complexo de Favelas do Salgueiro, em São Gonçalo, foi registrado como auto de resistência (morte em confronto com a polícia). No entanto, segundo testemunhas, tratou-se de um assassinato.

Dois dos acusados já estavam presos temporariamente desde junho. Os demais estavam junto deles no dia do fato, mas não teriam participado diretamente da ação.

Entretanto, de acordo com autos do processo, eles são acusados de outros homicídios que também foram registrados como autos de resistência ou há testemunhas com receio deles.

O nome de Patrícia Acioli apareceu em uma lista apreendida pela polícia em janeiro com Wanderson da Silva Tavares, conhecido como "Gordinho", apontado como chefe de um grupo de extermínio em São Gonçalo.

Assista ao vídeo sobre o assassinato da juíza:

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Juíza é morta a tiros em Niterói, no Rio

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