Falsa psicóloga suspeita de tortura é solta mais uma vez no Rio

Beatriz da Silva Cunha teve pedido de liberdade concedido pela Justiça

iG Rio de Janeiro |

Agência O Globo
Falsa psicóloga foi solta na última segunda-feira (9)
Após ser presa duas vezes, a mulher suspeita de atuar como falsa psicóloga em uma clínica na zona sul do Rio de Janeiro voltou a ser solta na última segunda-feira (9) após a Justiça conceder habeas-corpus, segundo informações da Polícia Civil.

Beatriz da Silva Cunha, de 32 anos, foi denunciada ontem por falsificação de documentos, estelionato e propaganda enganosa. Na semana passada, já havia sido indiciada por tortura.

A suspeita exercia ilegalmente a profissão há 12 anos e atendia crianças com autismo. Ela era proprietária de uma clínica em Botafogo, na zona sul e, mesmo sem ser profissional, conseguiu convênios com a Marinha e a Aeronáutica.

Ela foi presa pela primeira vez em abril. No dia 27 do mesmo mês, foi solta a mando da Justiça. Voltou a ser presa no último sábado (7).

Segundo a polícia, Beatriz foi indiciada por tortura porque os agentes receberam informações de que ela aplicava métodos violentos para forçar as crianãs a comerem.

A polícia está investigando se o marido da suspeita era seu cúmplice. Os agentes encontraram em sua casa um bilhete em que ele dizia que sabia das irregularidades cometidas por Beatriz.

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