"Eles têm que chorar", diz assistente social de hospital no Rio

Famílias de vítimas de tragédia em escola têm acompanhamento com psicólogos e assistentes sociais

Flávia Salme, iG Rio de Janeiro |

A assistente social Gláucia Pires, que atende as famílias das crianças baleadas na escola Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, no Hospital Estadual Albert Schweitzer, explicou o trabalho que está sendo feito para acalmar a dor destas pessoas.

"Antes de mais nada, eles têm que chorar. A gente os acolhe. Temos uma equipe multidisciplicar com psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais. Depois que eles se sintam mais calmos, a gente explica os procedimentos necessários, como os que precisam ser feitos para o enterro. O apoio é total."

Segundo Gláucia, o momento mais difícil é a hora de reconhecer as vítimas. Como muitas foram atingidas na cabeça, tiveram seus rostos desfigurados. A assistents social do hospital acrescentou que médicos e enfermeiros prestam atendimentos aos familiares que passam mal com a cena.

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