Deputados defendem controle de armas e pedem recriação de comissão

De acordo com parlamentares que estiveram na escola atacada, falta de fiscalização facilita acesso a armas

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro |

Três deputados federais da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado defenderam esta noite um maior controle na venda de armas e munições, após sair da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio. De acordo com eles, se houvesse uma fiscalização mais eficiente nessa área, possivelmente o ataque do atirador Wellington Menezes de Oliveira não teria ocorrido.

"Esta tragédia tem elementos provavelmente relacionados à saúde mental, mas, certamente, se não tivesse fácil acesso a armas e munições isso seria diferente", afirmou o deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Ele pediu esta quinta-feira a recriação da subcomissão de Controle de Armas e Munições.

Para Stepan Necerssian (PPS-RJ), "é hora de a sociedade refletir e talvez rever a posição do plebiscito" em que a proposta de desarmamento foi derrotada. "Como pode um desequilibrado ter acesso a tanta arma e munição?", questionou Necerssian.

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