Colete de cinegrafista morto era do tipo II-A, diz Sindicato dos Jornalistas

Equipamento não seria do tipo III-A, com maior poder de defesa, conforme divulgado pela Band. Gelson Domingos morreu após ser baleado no peito durante uma operação policial

iG São Paulo |

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio afirmou nesta segunda-feira (7) que o colete à prova de balas utilizado pelo cinegrafista Gelson Domingos , morto no último domingo após ser atingido no peito por um tiro de fuzil no Rio de Janeiro, não era o divulgado pela TV Bandeirantes .

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De acordo com a entidade, que teve acesso ao equipamento utilizado pelo cinegrafista durante a cobertura jornalística de uma operação policial na Favela de Antares, o colete era do tipo II-A e não o que tem maior poder de defesa, o III-A.

Em nota, o sindicato divulgou que "este tipo de indumentária protege contra tiros de armas como 9mm, com potencial bem abaixo dos fuzis usados em confrontos no Rio de Janeiro".

O colete também teria sinais de desgaste e a placa da parte da frente, que foi perfurada pelo tiro, apresenta data de 2003. Nas especificações na parte interna do material, o equipamento vence em outubro de 2013.

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