PMs são ouvidos no inquérito que investiga o sumiço do menino de 11 anos e as circusntâncias em que dois jovens foram baleados

Faixa com foto de Juan em frente da sede da Assembleia Legislativa
Reginaldo Pimenta/Agência O Globo
Faixa com foto de Juan em frente da sede da Assembleia Legislativa
A Delgeacia de Homicídios da Baixada Fluminense informou que quatro PMs que participaram de uma operação policial na favela Danon, no último dia 20, quando o menino Juan de Moraes, de 11 anos, desapareceu , prestam depoimento no local.

Eles são ouvidos no inquérito que investiga o sumiço do garoto e as circustâncias em que foram baleados o irmão de Juan, Weslley Felipe de Moraes, de 14 anos, e o repositor de mercadorias Wanderson dos Santos de Assis, de 19 anos .

Os dois jovens, e suas famílias, foram incluídos pela polícia em programas de proteção.

Conforme o  iG mostrou na última sexta-feira (1), Um dos quatro policiais militares que são investigados pelo desaparecimento de Juan responde a processo na 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por um homicídio ocorrido em julho de 2008, no mesmo município.

O PM acusado de homicídio, o cabo Edilberto Barros do Nascimento, chegou a ficar preso entre julho e setembro de 2008 mas acabou solto.

O Conselho Disciplinar da corporação julgou que ele não era culpado e o manteve nos quadros da Polícia Militar.

Após o sumiço de Juan, Edilberto e os outros três policiais que são investigados pelo sumiço do garoto foram afastados do patrulhamento das ruas e realizam serviços internos em DPOs (Destacamentos de Policiamento Ostensivo) na Baixada Fluminense.

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