Menino ferido no ombro ficou no quintal da residência em frente ao colégio atacado por atirador

Hercilei Antunes, vizinho da escola Tasso da Silveira
Léo Ramos
Hercilei Antunes, vizinho da escola Tasso da Silveira
A casa do carteiro Hercilei Antunes e da mulher, Gildete, exatamente em frente à Escola Municipal Tasso da Silveira, virou refúgio de estudantes fugitivos do ataque de Wellington Menezes de Oliveira. Pouco depois dos primeiros tiros disparados, o portão que fica semiaberto foi invadido por cerca de 20 alunos.

“Tia, me ajuda! Tem um maluco dando tiro lá”, disse um menino, atingido no ombro. O garoto ficou deitado no quintal da casa, enquanto os tiros continuavam do lado de dentro da escola.

“Nós demos abrigo. Eu estava louco para entrar, porque meu filho estava lá dentro, no terceiro andar, mas não sabia se conseguiria entrar. Entrei depois da PM chegar e fui de porta em porta até achá-lo”, contou Hercilei.

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