Bombeiros presos em protesto são libertados no Rio de Janeiro

Militares foram beneficiados por um habeas corpus, segundo líderes da categoria

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Os dois bombeiros presos na madrugada de quarta-feira (14) durante protesto no Palácio Guanabara foram beneficiados por um habeas corpus e soltos no início da manhã desta quinta-feira (15). O capitão Alexandre Marchesini deixou o Grupamento Especial Prisional (GEP), mas o cabo Benevenuto Daciolo segue internado Hospital Central dos Bombeiros, no Rio Comprido. Ontem, ele sentiu fortes dores nas costas decorrentes de uma crise renal e foi levado à unidade.

A informação foi divulgada por integrantes do movimento dos bombeiros e pela deputada estadual Janira Rocha (PSOL), mas ainda não está confirmada pelo Tribunal de Justiça do Rio. Na madrugada de quarta-feira, bombeiros faziam protesto por melhores salários na frente do Palácio Guanabara, sede do Governo do Estado, quando os dois receberam voz de prisão por desobediência. Segundo o comando do Corpo de Bombeiros, eles se recusaram a deixar o local "após diversas solicitações".

Os manifestantes negam que tenham desobedecido às ordens. Segundo os líderes do movimento, o protesto começou a ser desfeito depois de um pedido do coronel Ronaldo Jorge Alcântara, subcomandante do Corpo de Bombeiros. Marchesini e Daciolo teriam sido autorizados a ficar no local. Eles permaneceram sentados na frente do Palácio, ao lado de outras 15 pessoas, e por isso teriam sido presos.

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