Barracões da Cidade do Samba foram fotografados antes do incêndio

Reportagem do iG esteve nos espaços da Grande Rio, Portela e União da Ilha

Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro |

George Magaraia
Única alegoria que ganhava forma no barracão da Portela, há duas semanas

Há duas semanas o iG esteve na Cidade do Samba e fotografou o trabalho nos barracões das escolas de samba do grupo Especial do Rio de Janeiro.

O da Portela, um dos atingidos pelo incêndio que destruiu alegorias e fantasias na manhã desta segunda-feira, 7, era o mais atrasado. Várias estruturas metálicas e em madeira ainda estavam começando a serem montadas e o andamento dos trabalhos era bastante lento. Não havia muitos funcionários no local.

Já na Grande Rio, praticamente todos os carros alegóricos estavam finalizados. O carnavalesco Cahê Rodrigues estava bastante animado com a possibilidade de disputar o título, inédito para a escola. “Vamos vir com tudo, é o carnaval mais pé no chão que eu já fiz. Nos cercamos de todos os cuidados para ganharmos dessa vez”, afirmou ele na ocasião.

No enredo sobre Florianópolis, muitas alegorias em espuma, com movimentos e efeitos especiais. Numa delas, um imenso boi negro sobrevoaria a Sapucaí com movimentos articulados de Parintins. O carnaval da escola está avaliado em R$ 8 milhões, segundo cálculos do próprio Cahê.

No barracão da União da Ilha, com o enredo “O mistério da Vida”, sobre a teoria da evolução de Charles Darwin, o andamento também era bastante intenso. Uma aranha em tons vermelho e preto chamava atenção dos visitantes, pelo tamanho e pelas patas que teriam movimentos bem próximos aos da arquibancada da Sapucaí. Apenas uma alegoria ainda estava na madeira, prestes a receber revestimentos de enfeites.

Confira fotos exclusivas dos barracões

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