Ataques de criminosos são ¿ações de desespero¿, diz PM

Para relações-públicas da corporação, traficantes perderam território e pretende mudar política de segurança

iG Rio de Janeiro |

O relações-públicas da Polícia Militar do Rio, coronel Henrique Lima Castro, afirmou esta tarde que os ataques de criminosos, com assaltos e carros incendiados, são “ações de desespero” orquestradas.

De acordo com ele, a política de segurança do governo – com implantação de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), metas e transferência da cúpula presa do tráfico para fora do Estado – causou forte prejuízo aos criminosos.

“Eles [traficantes] perderam território, armas e receita. São ações de desespero. Querem gerar pânico na população e desviar o foco, para tentar alterar a política de segurança porque estão incomodados com o prejuízo”, disse.

O coronel afirmou não ter a informação de inteligência de que a ordem para o início das ações tenha partido do presídio federal de Catanduvas (PR). “Isso precisa ser analisado. Eu não tenho essa informação concreta. Todo sistema de segurança de qualquer lugar apresenta falhas. É uma hipótese, mas é extremamente robusta, em minha opinião”, afirmou Lima Castro.

A PM anunciou que transferiu hoje 1.200 homens do serviço administrativo e que estavam de folga para atuar nas ruas.

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