Após mortes, PM quase dobra efetivo na Rocinha e chega a 643 policiais

Aumento da violência na maior favela do Brasil e morte de policial do Batalhão de Choque fazem Estado aumentar atuação no local

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro |

O recrudescimento recente da violência na favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, com nove mortes desde fevereiro, inclusive a do cabo PM Rodrigo Alves Cavalcante, 32, na madrugada desta quarta-feira (4),  levou a PM a praticamente dobrar o efetivo da tropa na maior favela do Brasil.

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De 350 homens que vinham atuando no local, passarão a ser 643 os alocados lá, até sexta-feira (6) para fazer o patrulhamento ostensivo da comunidade. A Rocinha está ocupada desde novembro pelas forças de segurança do Rio. Desde então, foram registrados 11 homicídios.

Efetivamente, não são aplicados todos os 643 PMs ao mesmo tempo na região. Como eles são divididos em turnos, ficam entre 150 e 180 policiais por turno no campo, em média.

De acordo com o chefe de Estado-Maior da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto, todas as modalidades de patrulhamento estão sendo adotados: policiamento a pé, de carro, de moto e a cavalo.

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