Ontem, ex-aluna se escondeu no colégio após ser ameaçada de morte por homem armado

Alunos da Escola Tasso da Silveira quando o colégio foi reaberto, no final de abril
Fabrizia Granatieri
Alunos da Escola Tasso da Silveira quando o colégio foi reaberto, no final de abril
A Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde ocorreu o massacre de 12 estudantes em abril, funciona normalmente na manhã desta terça-feira (17).

Na noite de ontem, de acordo com a Polícia Militar, uma ex-aluna do colégio, de 17 anos, se escondeu no colégio após ser ameaçada de morte por um ex-namorado, de 35 anos, que estava armado com uma pistola, nas proximidades da escola.

O homem foi preso e levado para a delegacia do bairro (33ª DP) mas acabou solto durante a madrugada.

O fato gerou um boato entre pais e estudantes de que a escola teria sido mais uma vez invadida por um homem armado, como ocorreu no dia 7 de abril, quando Wellington Menezes de Oliveira matou 12 adolescentes. O atirador se matou em seguida com um tiro na cabeça.

No início desta manhã, muitos pais e alunos estavam do lado de fora da escola apreensivos mas, segundo funcionários e a PM, a situação é tranquila no local e alguns estudantes se preparam para fazer uma excursão.

Duas vítimas do massacre em Realengo ainda permanecem internadas. No entanto, nenhuma delas corre risco de morte.

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