Andaimes no entorno do Cristo Redentor são retirados

Conclusão da restauração do monumento está prevista para o próximo dia 29

iG Rio de Janeiro |

AE
Após 4 meses escondido por 88 toneladas de andaimes, Cristo reaparece na paisagem do Rio

Em obras desde o final de janeiro, a estátua do Cristo Redentor amanheceu na manhã desta quarta-feira sem andaimes no seu entorno. De acordo com a Arquidiocese do Rio de Janeiro, o processo de restauração será finalizado somente no próximo dia 29, mas os andaimes já puderam ser retirados.

“Ainda faltam alguns pequenos reparos finais na parte externa e interna. Agora, no entanto, os visitantes já podem ver o Cristo por completo”, disse ao iG o padre Omar Raposo, reitor do santuário do Cristo Redentor.

Avaliada em R$ 7 milhões, essa é a maior restauração pela qual a estátua já passou em seus 78 anos. Um estudo feito pela mineradora Vale – responsável pela obra – detectou perda do mosaico de pedra-sabão que reveste a estátua, algumas pequenas rachaduras, desnível de rejuntes e também manchas de umidade.

Na restauração, foram usadas pedras, de pedra-sabão, vindas de Ouro Preto, em Minas Gerais, da mesma fonte de origem das originais. A limpeza foi feita com uma substância química que não alterou a cor um pouco azulada das rochas, que estavam acinzentadas devido à ação da erosão e sujeira.

Segundo a administração do Parque Nacional da Tijuca, onde está localizado o monumento, o Cristo Redentor recebe por ano uma média de 1,8 milhão de turistas. Em dezembro de 2009, a estátua de 38 metros de altura foi tombada como patrimônio nacional . Em julho do mesmo ano, o monumento já havia sido eleito uma das novas sete maravilhas do mundo.

Em abril, a reportagem do iG teve acesso exclusivo às obras de restauração do Cristo Redentor. Confira abaixo as fotos feitas na época:

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