Advogadas vão criar Associação de Vítimas da 13 de Maio

Entidade vai pedir à Prefeitura resguardo de bens que foram recolhidos nos escombros e entrar com ação pedindo indenizações

Mario Hugo Monken, iG Rio de Janeiro |

AE
Cães buscam por sobreviventes nos escombros de prédios que caíram no centro do Rio

As advogadas Simone Argolo Andes e Ana Beliza trabalhavam no escritório de advocacia Blatter & Galvão, que funcionava no 13° andar do edifício Liberdade, no centro do Rio de Janeiro, que desabou na noite de quarta-feira (25) . A dupla anunciou neste sábado (28) que vai fundar na próxima semana a Associação de Vítimas da 13 de Maio.

A ideia da associação é cobrar inicialmente da Prefeitura o resguardo dos documentos e materiais que pertenciam às lojas, cursos e escritórios que funcionavam no prédio e de pessoas que trabalhavam no local. Nos últimos dias, surgiram suspeitas de bens recolhidos nos escombros estariam sendo desviados.

A nova associação também pretende, quando o inquérito da Polícia Civil apontar os responsáveis pela tragédia, entrar com uma ação civil na Justiça cobrando indenizações dos culpados. Simone e Ana já conversaram com pelo menos 15 pessoas, entre parentes de vítimas e proprietários de salas e escritórios no prédio, sobre a ideia da associação.

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