Acidente com parapente: instrutor é indiciado por homicídio culposo

Segundo o delegado, houve negligência. Trava de segurança estava solta. Jovem de 24 anos morreu na queda

iG Rio de Janeiro |

Responsável pelas investigações sobre a morte da nutricionista Priscila Boliveira, de 24 anos, que morreu após a queda de um parapente no último domingo (25), no Rio de Janeiro, o delegado Fábio Barucke, da 15ª DP (Gávea, na zona sul), indiciou o instrutor Alan Figueiredo pelo crime de homicídio culposo (quando não há intenção) por negligência.

Leia também : Jovem que morreu em queda de parapente pretendia voar de asa delta

Segundo o policial, na segunda tentativa de salto, a trava de segurança do parapente de Priscila estava destravada, o que acabou provocando o acidente. A jovem teria caído de uma altura de cerca de 15 metros.

Em nota divulgada por meio de sua assessoria de imprensa, o ator Fabrício Boliveira, irmão de Priscila, afirmou que a jovem inicialmente pretendia voar de asa delta. No entanto, devido ao seu peso (cerca de 75 kg) foi aconselhada pelos instrutores a usar o parapente.

O corpo da jovem deverá ser enterrado amanhã (27), em Salvador, na Bahia.

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