Pacto do Rio discute mobilidade e inclusão de moradores das comunidades

Por Agência Brasil |

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O presidente da organização não goveramental (ONG) Circo Crescer e Viver destacou que pretende usar a experiência da entidade com jovens para contribuir nas discussões

Agência Brasil

O Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP) lançou hoje (17) um projeto para unir instituições públicas, privadas, acadêmicas, do terceiro setor e também a população na troca de informações e no planejamento de novas iniciativas. Chamado de Pacto do Rio, o projeto vai reunir inicialmente 50 instituições e formará grupos de trabalhos temáticos para discutir temas como mobilidade, habitação e inclusão de moradores das comunidades.

"Pacto por informação qualificada e compartilhada, e, a partir de então, um agir conjunto para soluções de desenvolvimento sustentável, principalmente na questão da inclusão, para gerar um Rio mais humano, integrado, mais justo e pertencendo a todos os cariocas", disse a presidenta do IPP, Eduarda La Rocque.

O projeto vai preparar um diagnóstico de atuação até abril do próximo ano. Em junho, será definida a metodologia e o modelo de gestão das frentes de trabalho. A ideia é criar comitês envolvendo órgãos públicos e as outras entidades para que as ações que hoje são fragmentadas possam ser discutidas coletivamente.

Outras instituições poderão participar, e a ideia do IPP é incentivar também a colaboração de pessoas, para que participem do projeto como "indivíduos não governamentais", o que vai além da sociedade civil organizada e permite que indivíduos enviem ideias, façam doações e trabalhem como voluntários. "O indivíduo pode participar sugerindo novos projetos, apoiando e fiscalizando", diz Eduarda.

O presidente da organização não goveramental (ONG) Circo Crescer e Viver, Junior Perim, destacou que pretende usar a experiência da entidade com jovens para contribuir nas discussões: "Tem aí uma geração de jovens cariocas que diante da falta de oportunidade de se inserir nas dinâmicas clássicas da cidade, estão criando novas formas de vida. O grande lance é a gente investir nisso e cuidar disso, enfrentar ainda as desigualdades que afetam a juventude".

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