Cerco policial, bombas e prisões neutralizam protesto próximo ao Maracanã no Rio

Por iG São Paulo |

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Efetivo utilizado foi de 1.500 policiais; um estrangeiro ficou ferido no confronto e alguns ativistas foram presos no protesto

Reuters
PM imobiliza ativista durante protesto anti-Copa no Rio neste domingo (13)


Policiais militares dispersaram com uso de bombas de gás e de efeito moral um protesto contra a Copa que acontecia nas proximidades do Maracanã, no Rio de Janeiro, neste domingo (13). Cerca de 300 manifestantes pretendiam seguir em direção ao estádio, palco da final da Copa do Mundo. No entanto, os ativistas foram impedidos de seguir adiante devido a um forte esquema de segurança e de um cerco policial que isolou os manifestantes.

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Na ação, alguns ativistas foram presos e pelo menos uma pessoa ficou ferida. Um documentarista do Canadá foi atingido, no joelho, durante o confronto. Uma socorrista que estava no local prestou auxílio ao canadense que sofreu apenas ferimentos leves. Outros manifestantes também chegaram a levar golpes de cassetete dos policiais.

Contando com auxílio de homens da Força Nacional, a PM do Rio bloqueou ruas próximas, para impedir o avanço dos manifestantes. Homens do Batalhão de Choque e da Cavalaria reforçaram o efetivo, que foi de cerca de 1.500 policiais.

Reprodução/Mídia Ninja
Cerco da PM do Rio durante ponto alto do protesto Anti-Copa realizado neste domingo (13)


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Além do protesto anti-Copa que teve seu ponto alto às 15h deste domingo (13), os manifestantes também protestavam pela libertação de ativistas políticos contrários ao evento que foram presos neste sábado (12) em Operação da Polícia Civil.

Leia mais:
Protesto no Rio pede libertação de ativistas presos em operação da Polícia Civil

(Com informações da Agência Brasil)

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