Pescador fisga "sereia" com passagem do papa

Por iG Rio de Janeiro - Élcio Braga | - Atualizada às

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No papamóvel, papa Francisco passou por Copacabana a caminho da Catedral Metropolitana

Para tirar o estresse durante a semana na corretora de imóveis, João Luís Almeida Antunes vai pescar nas areias do Posto Seis, em Copacabana, no Rio de Janeiro. É quando relaxa e se desliga do mundo. Nem mesmo a passagem do papa Francisco no papamóvel, debaixo de uma gritaria ensurdecedora de fiéis, a menos de 40 metros, levou-o a se mexer para ver a cena.

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O detalhe é que o pescador é católico. Mas ele explica a aparente indiferença: "Ontem (25) fiquei pertinho dele (o papa), a dez metros. Dei a mão e tudo. Ele só falou amém”, relata o pescador, sem ver sentido em repetir a dose. 

“Sou tranquilo. A pescaria é uma terapia. Esqueço todos os meus problemas. Precisava pescar hoje porque amanhã tenho trabalho”, observa o corretor, na expectativa de pegar corvina, cocoroca e voador, as espécies mais comuns naquelas águas.

Assim que o papa passou, João Luís se preparava para lançar a isca ao mar. Justamente neste momento, peregrinos - ávidos por acompanhar o papamóvel - corriam pela areia. A ponta agarrou na blusa de uma jovem belga, de 18 anos, que passou em frente. “Fisgou”, brincou um popular, que presenciou a cena.

O corretor, pacientemente, com a bela moça presa na linha, retirou a isca com todo o cuidado. “Foi o maior peixe que já peguei aqui. Era uma sereia”, brincou o corretor, que é casado, mora em Copacabana e tem um filho.

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