"Eles subestimaram a Jornada Mundial da Juventude", diz fiel sobre problemas

Por iG Rio de Janeiro , por Waleria de Carvalho |

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“O governador e o prefeito subestimaram e muito o evento", disse psicóloga carioca

Nem tudo foram flores para os peregrinos da Jornada Mundia da Juventude (JMJ) nesta sexta-feira, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Muitos reclamaram do transporte e do som durante a Via Sacra e o pronunciamento do papa Francisco.

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Waleria de Carvalho
A psicóloga Alessandra Oliveira

Este foi o caso da psicóloga Alessandra Oliveira, 34 anos. “O governador e o prefeito subestimaram e muito o evento. Acho que pela experiência que houve na Espanha poderiam ter aprendido. Por ser o primeiro papa das Américas ia todo mundo comparecer ao evento. A questão do som foi péssima. Não dava para ouvir. A logística de transporte também não funcionou. Todo mundo em silêncio, num momento de fé, e não conseguíamos ouvir”.

Alessandra continuou o desabafo: “Você chega em evento em Copacabana e do túnel se ouve o barulho. Sabem como fazer. Subestimaram a Jornada Mundial da Juventude. Em relação à mudança de Guaratiba para Copacabana eles também não pensaram. O Rio é a cidade do sol, do verão, mas eles tinham que pensar em outra alternativa. Copacabana, com certeza, vai reunir mais gente até porque Guaratuba é mais longe. É um descaso. Mais uma vez a zona oeste é negligência como sempre. Vi o papa bem de longe, mas o que me trouxe aqui foi a fé num Deus vivo. Ele é um instrumento e está sendo usado de uma maneira maravilhosa. Traz uma mensagem muito positiva’’.

Waleria de Carvalho
Mexicana se disse encantada com o papa

A mexicana Pilar Fonseca, 17 anos, tamb. “Estou encantada com o papa. Estamos super felizes e iremos à vigília na Central amanhã. Já vi e estou muito contente’’.

“O papa coloca a gente para andar, mas ele vai de helicóptero”, de uma freirinha na volta da Via Sacra.

“Está o maior tumulto para pegar o ônibus’’, uma passageira no ônibus da linha 472 (Leme-Jacaré)

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