Manifestação se dispersa nos arredores do Maracanã

Por Agência Estado |

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Impedidos por barreira policial de chegar ao Maracanã, manifestantes seguiram pacificamente até a Tijuca

Agência Estado

O protesto que começou na manhã deste domingo no Rio de Janeiro se dissipou. Os manifestantes, impedidos por barreira policial de chegar ao Maracanã, seguiram pacificamente até a Praça Afonso Penna, na Tijuca, zona norte da cidade. Lá, as pessoas se dispersaram. Muitas voltaram para a Praça Saens Peña, de onde partirá a segunda manifestação prevista do dia - neste momento, cerca de duas mil pessoas estão no local.

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Pessoas protestam neste domingo (30), que será realizado na Praça Saens Peña na Tijuca, cidade do Rio de Janeiro

Os integrantes da Frente Nacional de Torcedores, que na manhã deste domingo invadiram e ocuparam por cerca de 30 minutos o prédio da nova sede da CBF, na Barra da Tijuca, também estão na Praça Saens Peña para o protesto em direção ao Maracanã, onde acontecerá a final da Copa das Confederações, entre Brasil e Espanha, a partir das 19 horas.

Leia mais: Grupo chega cedo para protestar no Maracanã

Há outros movimentos sociais: um grupo pede a volta do bonde de Santa Teresa e critica a Secretaria Estadual de Transporte, responsável pela gestão do bonde; a ONG A Partir do Rio, que atua em comunidades; e manifestantes com bandeira da Palestina.

A ONG A Partir do Rio protesta contra a operação policial de segunda-feira na Favela Nova Holanda, que deixou um PM e nove moradores mortos. "Nós que trabalhamos na favela sabemos o que significa aquilo que se viu na Lapa, no dia 20, com repressão policial aos manifestantes da passeata; é o que estamos acostumados a ver todo dia nas comunidades", afirmou o vice-presidente da ONG, Leonardo Lima, de 37 anos.

Neste momento, 50 policiais militares estão na praça. Um carro da Força Nacional reforça a segurança, enquanto um helicóptero da PM sobrevoa o local.

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