Identificadas as vítimas de acidente com helicóptero na zona oeste do Rio

O instrutor de voo Silvestre Travassos Neto, de 34 anos, e o aluno Felipe Barreto, de 18, realizavam aula prática de aviação quando o helicóptero caiu em uma área de mata

Agência Estado |

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As duas vítimas fatais do acidente com o helicóptero que caiu nesta quarta-feira (21), na Serra da Grota Funda, na zona oeste do Rio de Janeiro, foram identificados como o instrutor de voo Silvestre Travassos Neto, de 34 anos, e o aluno Felipe Barreto, de 18. Os dois realizavam aula prática de aviação por volta de 8h40, quando o helicóptero caiu em uma área de mata dentro de um sítio particular. As vítimas morreram na hora.

O acidente:  Helicóptero cai no RJ e deixa dois mortos

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Helicóptero pertencente à Escola de Aviação Rio 22 cai na Serra da Grota Funda, em Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro

Ainda não há informações sobre as causas do acidente. Os tripulantes, que praticavam um voo de instrução, partiram do aeroporto de Jacarepaguá, também na zona oeste. Segundo testemunhas, o helicóptero bateu em uma árvore antes de cair. 

A aeronave modelo Robinson R22, prefixo PR-UTJ, pertencia a uma escola de aviação civil, a Rio22, e ficou completamente destruída. Parte dos destroços ficou presa nas árvores e as equipes de resgate tiveram dificuldade para retirar uma das vítimas do local.

A Polícia Civil e a Aeronáutica fizeram perícia no local do acidente e na aeronave. As equipes investigam se houve falha humana em função do mau tempo. Durante o voo, o tempo estava nublado e com neblina na região, o que pode ter dificultado a visibilidade do piloto. Segundo os investigadores, nenhuma hipótese está descartada.

A área onde aconteceu o acidente é comumente utilizada para voos de instrução, como são chamadas as aulas práticas das escolas de aviação. Felipe Barreto desejava ser comandante e havia concluído a parte teórica do curso de aviação particular, com duração de quatro meses. Há um mês ele estava fazendo aulas práticas, que têm duração de 40 horas. Já o instrutor, Silvestre Neto, tinha mais de mil horas de voo.

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