Sindicato pede à polícia que investigue ameaças a médica assassinada no Rio

Sônia Maria Santanna Stender, de 61 anos, foi morta a tiros no domingo quando saía de plantão em um hospital da zona norte. Polícia suspeita de latrocínio

iG Rio de Janeiro | - Atualizada às

Representantes do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro se reúnem na tarde desta quarta-feira (19) com a chefe da Polícia Civil fluminense, delegada Martha Rocha, para cobrar investigação rigorosa e minunciosa sobre o assassinato de Sônia Maria Santanna Stender, de 61 anos, morta a tiros na manhã do último domingo (16), quando saía de um plantão do Hospital Getúlio Vargas, na Penha, na zona norte da capital.

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A entidade vai pedir à delegada para apurar a possível ligação da morte da médica com supostas ameaças que ela teria sofrido no dia anterior ao crime quando houve uma discussão com parentes de uma criança que não conseguiu atendimento imediato na unidade hospitalar.

A investigação está a cargo da Divisão de Homicídios que, inicialmente, suspeita que Sônia foi vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte).

Funcionários do hospital foram convocados a depôr e os investigadores tentam obter imagens de câmeras que possam ter flagrado o assassino.

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