'Chacina foi crime brutal e não pode ficar impune', diz ministra

Ministra da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência, Maria do Rosário Nunes, disse que é 'inaceitável' a morte prematura dos "filhos da Nação"

iG Rio de Janeiro |

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário Nunes, disse nesta terça-feira (11) que a chacina ocorrida em Mesquita, na Baixada Fluminense, foi um crime brutal e que não pode ficar impune. Segundo ela, a matança foi mais um marco negativo e é fundamental que as circunstâncias sejam esclarecidas e os responsáveis identificados. 

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Maria do Rosário informou que a sua secretaria fez contato hoje cedo com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que apontou a clara determinação de não dobrar-se diante das ações criminosas e manter e ampliar as políticas de atendimento à população que vive em áreas marcadas pela violência e crime organizado.

"O governador nos relatou as providências que estão sendo tomadas para manter a paz na comunidade bem como para responsabilizar os autores do assassinato de seis jovens no último sábado. Segundo o governador, a ocupação da polícia na comunidade tem exclusivamente o objetivo de garantir os direitos dos moradores. Apoiamos o governo estadual nesse esforço", disse.

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A ministra afirmou ainda estar convicta de que todos os esforços devem ser empreendidos para a superação da violência em todo o Brasil.

"Identificamos uma grande vulnerabilidade das crianças, adolescentes e jovens diante da violência. A superação dessa realidade é um desafio que devemos assumir integralmente. Os investimentos em políticas públicas de proteção social, acesso à educação e qualificação profissional são estratégicos para a paz e direitos da juventude brasileira. É inaceitável a morte prematura dos filhos da Nação. A violência contra a juventude é uma violência contra todos nós", declarou.

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