Para Polícia Civil do Rio, irmã de Ângela Bismarck se suicidou

Laudos da perícia, depoimento de namorado e histórico de tentativas de se matar levaram delegado a acreditar que Angelina Filgueiras não foi assassinada

iG Rio de Janeiro |

Reprodução Facebook
Angelina Filgueiras cometeu suicídio, segunda a Polícia Civil

A Polícia Civil concluiu que Angelina Figueiras, irmã de Ângela Bismarck, cometeu suicídio, e não foi assassinada, no dia 16 de junho. Em uma briga entre ela, o ex-marido e o companheiro, em sua casa, em Niterói, ela e o ex-marido morreram a tiros. A arma era do ex-marido, o capitão-de-fragata Márcio Luiz Dias Fonseca, que invadiu a casa.

De acordo com o delegado Gabriel Ferrando, da 81ª DP (Itaipu), a conclusão se deu com o cruzamento de dados dos laudos da necropsia com os depoimentos do namorado, Jolmar Alves Milato, e o histórico de tentativas de suicídio de Angelina.

Dois dias antes do crime, Angelina tinha tentado se matar, cortando os pulsos. Também recentemente, ela também ingeriu veneno, com o mesmo fim. Pouco antes da morte, Angelina tinha discutido com o ex-marido, que ameaçara matar o namorado e ela.

No dia das mortes, o militar invadiu a casa onde estava o casal armado de uma pistola calibre .40. Houve áspera discussão, e os dois homens começaram a brigar fisicamente. Angelina pegou a arma e ameaçou disparar para interromper a briga.

Descontrolada, segundo Jolmar, ela disparou contra o próprio peito e morreu. Em seguida, o namorado pegou a arma e atirou no militar, que morreu. O ex-marido ainda teria se trancado no banheiro, mas acabou morrendo.

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