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A prefeitura do Rio anunciou que organizará um mutirão para terminar as obras em 16 casas que ficaram sem telhado após o embargo da Justiça Eleitoral às obras do projeto Cimento Social, no Morro da Providência, no centro do Rio. Na manhã de hoje, o secretário municipal de Assistência Social, Marcelo Garcia, se reuniu com líderes comunitários na sede do Grupamento de Policiamento para Áreas Especiais (Gpae) no morro.

"A realização do mutirão para colocar os telhados é para colocar o reparo fora da esfera da prefeitura e evitar a discussão política, pois estamos em ano eleitoral e não podemos ferir a determinação do TRE", disse Garcia.

O secretário disse que a prefeitura disponibilizará hotéis para os moradores que não se sentirem seguros em suas casas e está pedindo doações a empresários do equipamento usado nas obras embargadas pela Justiça. "Outra idéia nossa é que empresários e comerciantes adotem o término das obras em todas as 30 casas da primeira fase do projeto que faltam ser concluídas", afirmou Garcia.

À tarde, acompanhado de um advogado, ele se reúne com trabalhadores contratados para o projeto Cimento Social, que estão preocupados caso a empreiteira contratada demita todos após o embargo da obra. O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), também afirmou hoje que assumiria as obras na Providência sem problemas mediante a um acordo com o Ministério das Cidades, que financia o projeto Cimento Social.

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