Rio Grande do Sul amplia área de risco de febre amarela

O número de municípios do Rio Grande do Sul na área de risco de ocorrência de febre amarela silvestre subiu hoje de 111 para 134. Entre os 23 novos integrantes da lista aparecem Alegrete, no sudoeste, Itaqui, no oeste, e Marau, no noroeste.

Agência Estado |

"Trata-se de medida extra de cautela, com o intuito de formar um bloqueio sanitário maior, e não de piora de situação", justificou o secretário da Saúde, Osmar Terra, ao anunciar a nova relação.

Nos municípios que entraram na lista não ocorreram mortes de bugios, sinal de alerta para a presença da doença, mas há a possibilidade de circulação do vírus entre os animais. Desde novembro, a Secretaria da Saúde já recebeu a notificação de 921 mortes de macacos, que estão sendo investigadas. Em dezembro e janeiro foram confirmadas três mortes de humanos por febre amarela silvestre. Outros três estiveram sob suspeita, mas a ocorrência da doença foi descartada. Há, ainda, três casos em análise.

Como terá de imunizar toda a população da nova área de risco, a secretaria pediu mais 300 mil doses da vacina ao Ministério da Saúde. Desde dezembro foram vacinadas 1,375 milhão de pessoas no Rio Grande do Sul, número correspondente a 90% da população da área de risco. A meta é elevar o porcentual para 95% até a metade de fevereiro. Nas zonas rurais, técnicos estão batendo de casa em casa para oferecer a vacina.

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