Um ato ecumênico reuniu hoje representantes de oito crenças no Forte de Copacabana, no Rio, no Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito. Todos nós almejamos uma única coisa para o trânsito, que ele seja mais justo e humano, disse o Arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta.

"O pior flagelo é o ser humano não respeitar o outro. Este evento marca a unidade de todos os discursos religiosos para que a cultura da vida aconteça."

No evento, estiveram reunidos representantes da umbanda, do budismo e do judaísmo, entre outros. O ministro das Cidades, Márcio Fortes, que há cinco anos perdeu um filho num acidente, também participou da cerimônia e se emocionou. "Só quem já passou por isso sabe a dor que é", afirmou. Fortes citou uma estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU) de que até 2015 os acidentes de trânsito poderão ser a maior causa de mortes no mundo.

Cerca de 250 pessoas acompanharam a cerimônia, a maioria de famílias de vítimas de acidentes de trânsito.

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