Rio é o principal destino turístico do Hemisfério Sul, diz pesquisa

A outra cidade brasileira que aparece na lista da consultoria é São Paulo, em 72º lugar, no ranking mundial

Rodrigo Almeida, iG Rio de Janeiro |

Uma pesquisa da consultoria Euromonitor International, de Londres, mostra que o Rio de Janeiro é o principal destino turístico do Hemisfério Sul. Aparece em 40º lugar no ranking das 100 cidades que mais receberam turistas internacionais. O resultado corresponde às viagens de 2008, portanto a lista ainda não abrange os efeitos da escolha do Rio como sede da Olimpíada de 2016. A outra cidade brasileira que aparece na lista da consultoria é São Paulo, em 72º lugar

Foram 2,820 milhões de turistas que desembarcaram no Rio em 2008 - uma alta de 7,8% em relação ao ano anterior. Londres encabeça o ranking, seguida por Nova York e Bangkok. O número refere-se a chegadas de turistas internacionais, que visitam um outro país durante pelo menos 24 horas e ficam em alojamento coletivo ou particular. Visitantes domésticos não são contabilizados pela pesquisa.

Apesar do 72º lugar paulistano, ficando atrás do Rio, Cidade do México e Buenos Aires, a pesquisa apresenta um bom resultado para São Paulo. A cidade foi a terceira que mais cresceu no ranking ¿ a alta foi de 30% em relação ao ano anterior (Jerusalém e Tel Aviv registraram aumento maior). Segundo o Euromonitor International, o crescimento se deve a cinco ligações principais estabelecidas a partir de São Paulo em 2008: para América do Norte (Nova York), América Latina (Cidade do México), Europa (Paris), Oriente Médio (Dubai) e África do Sul (Joanesburgo).

Outra razão para o crescimento paulistano é que três companhias aéreas começaram a operar vôos para São Paulo naquele ano: Mexicana, OceanAir e Emirados Árabes.

O Euromonitor International radiografa o ranking dos 100 principais destinos do mundo. Segundo a pesquisa, a crise econômica global fez cair o número de viagens internacionais. Mas as cidades que integram o ranking das Top 100 tiveram um crescimento médio de 5,25%. São Paulo e Nova York, no entanto, são citadas como cidades de alta mais agressiva, graças a taxas de câmbio favoráveis, estímulos governamentais, crescimento de ligações aéreas e campanhas promocionais eficientes.

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