RIO DE JANEIRO ¿ Mesmo com pouco dinheiro, a fuga de patrocinadores e desentendimentos entre autoridades, a prefeitura do Rio promete que o último réveillon da era Cesar Maia (DEM) (no governo por 12 anos) não perderá em grandiosidade.

A queima de fogos deve durar 20 minutos e a atração principal dos shows sobre o palco montado na Praia de Copacabana, onde 2 milhões de pessoas são esperadas, será a cantora Martnália. As autoridades reconhecem que a festa está bem mais modesta se comparada aos outros shows.

As atrações musicais foram escolhidas pela Rede Globo, que pagou o cachê dos músicos. Em Copacabana, também se apresenta o grupo de pagode Revelação e, o encerramento, fica por conta das escolas de samba Beija-Flor, Grande Rio e Mangueira. O Piscinão de Ramos é a grande aposta da Riotur para espalhar a festa por outras praias. O objetivo é que o povo aproveite a festa perto de suas moradias, vendo as grandes atrações deste ano, disse o secretário de Turismo, Rubem Medina. Além de Ramos e Copacabana, a prefeitura promove eventos em mais seis bairros.

A festa será modesta em relação aos outros shows como o do cantor britânico Rod Stewart em 1994 ou o Tributo a Tom Jobim em 2006, que reuniu Chico Buarque, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Gal Costa e Milton Nascimento. Tínhamos mais patrocínios. Hoje, com os inúmeros processos do Ministério Público, temos dificuldade de obter patrocinadores, que temem associar a marca a um evento incerto, disse o subsecretário especial de Turismo, Paulo Bastos.

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