Resenha: Omara Portuondo e Maria Bethânia, um encontro

SÃO PAULO - Registrar um encontro é eternizar uma centelha divina, é disponibilizar o vívido em toda a sua grandiosidade, particularidade e matizes a quem quiser mergulhar num passado que nunca mais poderá repetir-se e que nunca mais terá a mesma verdade, pois cada encontro é único e não volta atrás.

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