Religiosas que trabalharam com Dorothy Stang denunciam impunidade

BRASÍLIA - As religiosas Rebeca Spires e Julia Depweg, que trabalharam com a missionária norte-americana Dorothy Stang no Pará por três décadas, se reúnem nesta sexta-feira, em Brasília, com o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Elas vão denunciar a impunidade e a manipulação judicial no caso da missionária, assassinada a tiros em Anapu, no Pará, em 12 de fevereiro de 2005.

Agência Brasil |

As irmãs são personagens de um documentário sobre a morte de Dorothy Stang, que atuava na defesa da Floresta Amazônica e dos agricultores sem terra e integrava o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) no município de Anapu. A missionária é conhecida mundialmente na luta contra o desmatamento e a grilagem de terras no Brasil. O filme foi lançado esta semana no Festival Internacional de Cinema de Brasília.

As religiosas se encontraram com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Brito, na última quarta-feira (5) para entregar um documento que relata a violência no Estado.

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