Relatório preliminar diz que grampo não foi feito no Senado

BRASÍLIA - O diretor da Polícia Legislativa do Senado, Pedro Ricardo Araújo, disse nesta segunda-feira que o relatório preliminar produzido pelo órgão aponta pela inexistência de grampos nos telefones do Senado. De acordo com ele, foram feitas varreduras nas linhas dos senadores citados na matéria de Veja da semana passada, como Demóstenes Torres (DEM-GO) e Tião Viana (PT-AC). Além deles, a central passou por uma checagem, e nada foi encontrado.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

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"Não foi encontrado nenhum grampo, tudo indica que foi feito fora daqui, como suspeitávamos", disse. Araújo ainda comentou que a Polícia Legislativa aguarda a conclusão de um relatório, sobre o mesmo assunto, que está sendo feito pela Polícia Federal, mas acredita que os resultados serão os mesmos.

O diretor alegou que a realização de grampos telefônicos no Senado é muito difícil devido ao moderno sistema de telefonia e existência de milhares de troncos de comunicação. Porém, fora os telefones fixos, Araújo destacou: "Com celular ninguém está seguro".

Grampos

A crise dos grampos emergiu com denúncia da revista "Veja" da semana passada, que acusou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) de ser a responsável por grampear ministros do Supremo, da República e senadores.

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