Reitor da UFF determina abertura de sindicância para apurar trote em instituição

RIO DE JANEIRO ¿ O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Roberto Salles, determinou que a direção da Faculdade de Direito abra uma sindicância para apurar a denúncia divulgada na imprensa de que uma caloura teria sido obrigada a fazer sexo oral durante um trote, na última quinta-feira. Segundo o reitor, assim que forem apontados os culpados, eles serão ¿punidos exemplarmente¿.

Redação |

Em nota divulgada neste domingo, Salles afirma que a UFF não apoia qualquer tipo de ação discriminatória dentro da instituição de ensino e repudia a atitude de alunos veteranos que recebem calouros com trotes violentos.

De acordo com o reitor, a UFF repele os trotes que geram constrangimento, violência e discriminação, assim como os que obrigam os alunos a se humilharem para arrecadar dinheiro nas ruas.

Salles ressalta que há oito anos a universidade assumiu oficialmente uma ação para mudar o perfil do trote universitário. Através da medida, adotada pela maioria dos diretórios acadêmicos, os calouros são recebidos por meio de campanhas com objetivos socioculturais e voluntários, que valorizam a prática da cidadania, do respeito à vida e ao meio ambiente.

Entretanto, alguns grupos de estudantes insistem em praticar atividades que causam constrangimento e que são indignas da real posição da Reitoria da UFF em relação ao recebimento de seus novos alunos, afirma Salles, em nota.

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