Redução de cota de passagens na Câmara vai gerar economia de R$ 17,9 milhões

BRASÍLIA - As novas regras de uso de passagens aéreas pelos parlamentares e o corte de 20% no valor dos créditos de passagens para cada deputado, acertadas nesta terça-feira pelos líderes e definidas em ato da Mesa Diretora da Câmara, vão gerar uma economia anual aos cofres da Casa da ordem de R$ 17,9 milhões. A informação foi dada pela assessoria de imprensa da Câmara.

Agência Brasil |

Só com o corte de 20% nos créditos, a economia anual será de R$ 15,5 milhões, enquanto que com o corte nas cotas extras de passagens a que cada líder partidário e que cada integrante da Mesa Diretora da Câmara tinha direito, a economia será da ordem de R$ 2,4 milhões por ano.

Pelas novas regras, só poderá usar a cota de passagem aérea o próprio deputado ou assessor, desde que autorizado pela Mesa Diretora. Agora, nem cônjuge, filho ou parentes do deputado poderão mais viajar com a cota de passagem do parlamentar.

Mesmo com as mudanças nas regras de uso de passagens aéreas, os oito deputados de Roraima vão continuar tendo a maior cota mensal. O valor era de R$ 18.737,44 e, com o corte de 20%, passou para R$ 14.989,95. Também os oito deputados do Distrito Federal vão continuar recebendo cota de passagem aérea. Eles recebiam mensalmente R$ 4.705,72 e agora vão receber R$ 3.764,58 por mês.

Essa cota de passagem aérea é para permitir que o deputado possa se deslocar semanalmente do seu Estado para Brasília, sede do Congresso Nacional. Ela é calculada de acordo com a distância do estado até a capital federal e se destina a quatro deslocamentos de ida e volta do estado à Brasília por mês.

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