BRASÍLIA - O reajuste salarial para 780 mil servidores federais ativos, aposentados e instituidores de pensão custará cerca de R$ 3,5 bilhões. Segundo o Ministério do Planejamento, a implementação será feita em etapas, a primeira ocorrendo já em 2008.

Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foram mantidos os termos de todos os acordos firmados anteriormente à perda de receita orçamentária ocorrida em novembro do ano passado, com o fim da CPMF. Na repactuação com os representantes sindicais ocorreram apenas mudanças nas datas de implementação, assegurou o ministro.

Os efeitos financeiros variam conforme os termos dos acordos assinados pelas categorias, alguns retroativos a março deste ano. Com isso, segundo o ministério, será possível incluir os pagamentos devidos ainda na folha de maio, que estará na conta bancária dos servidores do Executivo no início de junho.

As etapas seguintes devem ocorrer em 2009 e 2010, quando entrarão em vigor novas tabelas salariais.

As categorias contempladas na MP e as principais mudanças na remuneração são os servidores administrativos e professores das universidades federais, empregos públicos criados pela Lei 11.530/06, fiscais federais agropecuários, servifores do Hospital das Forças Armadas, do Incra, servidores da Cultura, Previdência, Saúde e Trabalho, docentes de ex-territórios e professores de colégios militares, cargos administrativos da Polícia Federal, servidores do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo, servidores da Polícia Rodoviária Federal, agentes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e servidores do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS).

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