Rapaz que fez refém no Guarujá ainda não foi identificado

São Paulo - O jovem que se matou na tarde de anteontem depois de manter uma turista refém durante mais de três horas na Praia da Enseada, no Guarujá, Baixada Santista, ainda não havia sido identificado até a tarde de ontem. De acordo com a Polícia Científica, nenhum parente do criminoso, que para a vítima disse se chamar Jonathan e ter 19 anos de idade, apareceu no Instituto Médico Legal (IML) do Guarujá para fazer a identificação do corpo.

Agência Estado |

Peritos já realizaram a necropsia no rapaz e constataram que a causa da morte foi um único tiro na cabeça. Ele disparou contra si após negociar com soldados da Força Tática a libertação da turista. Agora, o pessoal do Instituto de Criminalística já está aqui para fazer os outros testes, como o que identifica o calibre da arma, informou uma policial que estava ontem de plantão no IML, acrescentando que os resultados finais desses exames devem demorar no mínimo 15 dias.

O investigador chefe do Guarujá, Paulo Sergio Carvalhal de Lima, afirmou que o fato de o rapaz ser de fora da Baixada Santista dificulta a identificação. Mas já temos uma equipe apurando isso. Nós mandamos as digitais dele para o Instituto de Registro Geral de Documentos (IRGB), afirmou. Segundo ele, a polícia acredita que o nome do rapaz seja mesmo Jonathan, pois ele possui uma tatuagem no braço com a letra J. Ele falou para a vítima que era de Itapecerica da Serra (na Grande São Paulo), mas nós entramos em contato com a polícia de lá, mandamos a foto dele e ninguém o conhece, afirmou Carvalhal.

A auxiliar de enfermagem Lilian Crochi, de 29 anos, foi abordada na areia quando brincava com o filho de 9 anos. Lilian retornou ontem a Santo André e, segundo seu marido, Emílio, mesmo após o susto ela passou bem a noite.

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