Rachel Weisz e Jude Law são premiados por peças teatrais

Londres, 14 fev (EFE).- Rachel Weisz e Jude Law foram premiados pelo público britânico por seus respectivos papéis protagonistas nas peças de teatro Uma rua chamada Pecado e Hamlet, representadas com grande sucesso há alguns meses em Londres.

EFE |

Ambas as estrelas de Hollywood receberam hoje os "Prêmios Whatsonstage.com" pela melhor atuação individual masculina e feminina. Além disso, "Uma rua chamada Pecado", de Tennessee Williams, venceu o prêmio de melhor reposição teatral.

Em declaração gravada, Law manifestou: "É um prêmio muito importante para mim, porque é votado por espectadores do teatro".

"Obrigado, muito obrigado. Espero vê-los em breve outra vez no palco", disse o ator britânico.

Law superou David Tennant, ator muito conhecido no Reino Unido por seu papel protagonista na série de televisão "Doctor Who", que também atuou em "Hamlet" em uma versão da Royal Shakespeare Company.

No entanto, essa segunda versão da obra de Shakespeare deu a Patrick Stewart o prêmio de melhor ator coadjuvante por seu papel como Claudio, o irmão de Hamlet, rei da Dinamarca.

Stewart também venceu o prêmio de "peça teatral do ano", junto a seu companheiro Ian McKellen (co-protagonista da cinematográfica "X-Men") por sua atuação em "Esperando Godot", de Samuel Beckett.

Rowan Atkinson, mais conhecido pelo programa de comédia "Mr.

Bean", ganhou o prêmio de melhor ator em um musical por sua interpretação de Fagin, o ladrão criado por Charles Dickens em "Oliver Twist", obra adaptada neste caso como "Oliver!".

Era a primeira vez que Atkinson participava em um musical, razão pela qual o ator disse estar "realmente encantado e emocionado".

"Quero agradecer sobretudo a quem votou em mim, que pagou dinheiro de verdade para vir e ver o espetáculo", declarou Atkinson.

O prêmio de melhor obra do West End foi para "Wicked", musical baseado no romance "Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West", de Gregory Maguire, que conta a história das Bruxas de Oz.

O espetáculo está há quatro anos em cartaz no teatro Apollo Victoria de Londres e já foi visto por mais de 2,5 milhões de pessoas, com uma arrecadação de 90 milhões de libras (US$ 141 milhões). EFE fpb/sa

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