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Parecia o fim do mundo , diz moradora sobre explosão em Santo André

SANTO ANDRÉ ¿ Moradores de casas próximas à loja de fogos de artifício que explodiu em Santo André, na Grande São Paulo, passaram por momentos de tensão nesta quinta-feira. Sônia, de 55 anos, que vive a cerca de 600 metros do local, contou ter ouvido ¿uma explosão atrás da outra¿. ¿O barulho foi muito forte, e quando olhei pela janela vi fogo¿, afirmou. ¿Parecia o fim do mundo.¿

Nara Alves e Luísa Pécora, do Último Segundo |

Adriano Lima/Futura Press
Adriano Lima/Futura Press
A explosão atingiu ao menos dez estabelecimentos em Santo André

Uma internauta do Último Segundo , que mora em Santo André, a aproximadamente sete quilômetros do local, disse que ouviu o barulho de casa. Pensamos que tinha caído um avião. Foi um barulho muito forte , disse Raquel. Outro leitor disse que "o cheiro de pólvora era muito forte" e mandou fotos da fumaça .

No momento do acidente, Daiane Romero, secretária de uma loja próxima, estava em horário de almoço e subia a rua Américo Guazzelli, onde ocorreu a explosão. Começou a cair terra e tijolo e eu senti as minhas pernas e a minha mão queimando, contou ela, que foi arremessada por dez metros, mas não ficou gravemente ferida.

Morador de um sobrado parcialmente atingido, Expedito Boiana contou ter visto um carro ser arremessado para o meio da rua junto com um portão, e outro ir parar no telhado de uma casa. Eu quero saber quem vai arcar com o prejuízo que a gente teve, afirmou.

Alex Araújo, 33 anos, estava em sua casa, a 500 metros da loja, quando ouviu um estouro muito forte. Depois de olhar pela janela e ver grande quantidade de fogo, ele foi ao local da explosão. Está tudo destruído, não tem nada em pé, relatou.

O morador disse que a loja existia há muito tempo e vendia rojões, pipas e balões. Eu mesmo, quando criança, comprei pipas ali, afirmou, garantindo que as próprias pessoas do bairro eram clientes da loja de Sandro e sua mulher. Eles tinham um bom relacionamento com os vizinhos, nunca soube de nenhuma reclamação.

Outra moradora do bairro, Juliana, também disse já ter comprado bombinhas na loja que explodiu. Segundo ela, o estabelecimento funcionava há mais de dez anos. Os donos são muito conhecidos, afirmou Juliana, lembrando que no horário do acidente o local estava movimentado, por ser próximo de uma escola e uma oficina mecânica.

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