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Os Desafinados e Estômago na competição do Festival de Biarritz

PARIS ¿ Dez filmes, entre eles os brasileiros Desafinados e Estômago, competirão pelo grande prêmio do 17º Festival de Biarritz, que acontece de 29 de setembro a 5 de outubro.

AFP |

O Brasil está na disputa em Biarritz com um cineasta veterano e uma revelação: Walter Lima Junior ("A Ostra e o Vento") com "Os Desafinados", e Marcos Jorge, diretor de "Estômago", seu primeiro longa-metragem.

Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Nicarágua, Venezuela, Paraguai, Peru e Uruguai são os países latino-americanos presentes no evento.

A seleção principal, a cargo este ano de Jean-Christophe Berjon, que desempenha também a função de delegado geral da Semana da Crítica do Festival de Cannes, é variada não só no equilíbrio entre cineastas conhecidos e novos diretores como também na geografia, já que oito países estão representados.

"O objetivo era a diversidade", confirmou Berjon à AFP. "Diversidade de países e equilíbrio entre diretores experientes e novas obras, mas também de formas de se fazer cinema. Trata-se de mostrar todos os registros, tudo o que o cinema latino-americano pode fazer", disse.

A atriz francesa Elsa Sylverstein presidirá o juri que escolherá o vencedor do Abraço de Biarritz, do qual fará parte o escritor chileno Antonio Skarmeta.

Outros brasileiros marcam presença nas competições de curtas-metragens e documentários. "Café com Leite", de Daniel Ribeiro, está entre as dez obras selecionadas para o prêmio de curtas, e "Entre a luz e a sombra", de Luciana Burlamaqui, concorrerá entre os 14 documentários.

Como a cada ano, o Festival de Biarritz complementa a sua programação cinematográfica com exposições e shows. Nesta edição, a cantora brasileira Adriana Deffenti está entre as atrações.

Longa-metragens em competição pelo prêmio Abraço:

- "Paisito" de Ana Díez (Uruguai)
- "Os desafinados" de Walter Lima Junior (Brasil)
- "Estômago" de Marcos Jorge (Brasil), primera obra
- "Cyrano Fernández" de Alberto Arvelo (Venezuela)
- "Perro come perro" de Carlos Moreno (Colômbia), primera obra
- "Cosas insignificantes" de Andrea Martínez (México), primera obra
- "Incómodos" de Esteban Menis (Argentina), primera obra
- "La rabia" de Albertina Carri (Argentina)
- "La buena vida" de Andrés Wood (Chile)
- "Dioses" de Josué Méndez (Peru)

Curtas-metragens em competição:

- "El empleo" de Santiago Grasso (Argentina)
- "Café com leite" de Daniel Ribeiro (Brasil)
- "La montaña" de Dominga Sotomayor (Chile)
- "Val Paraiso" de Pablo Alibaud (Chile)
- "Cuilos" de Paz Fábrega (Costa Rica)
- "El deseo" de Marie Benito (México)
- "Ahendu nde sapukai" de Pablo Lamar (Paraguai)
- "Angelita" de Bruno Ascenzo (Peru)
- "Ofelia" de Humberto Gutiérrez Montero (Peru)
- "Buen viaje" de Guillermo Rocamora y Javier Palleiro (Uruguai)

Documentários em competição:

- "La Oroya aire metálico" de Alvaro Sarmiento Pagán (Peru)
- "¡Ya no más!" de Félix Zurita (Nicarágua)
- "Entre a luz e a sombra" de Luciana Burlamaqui (Brasil)
- "Corazón de fábrica" de Virna Molina e Ernesto Ardito (Argentina)
- "La nación mapuche" de Fausta Quattrini (Argentina)
- "Los demonios del Edén" de Alejandra Islas (México)
- "Mi vida dentro" de Lucia Gaja (México)
- "Spazi (des) aparecidos" de Sergio Lo Cascio (Itália)
- "La sombra de don Roberto" de Juan Diego Spoerer y Hakan Engstrom (Chile)
- "Tierra bajo agua" de Julie Morales (França)
- "Curundú" de Ana Endara Mislov (Panamá)
- "El círculo" de José Pedro Charlo e Aldo Garay (Uruguai)
- "La matinée" de Sebastian Bednarik (Uruguai)
- "Después de la neblina" de Anne Frates y Danielle Bernstein (Equador)

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