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Mostramos nossa força , diz Sarney a aliados

BRASÍLIA -O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta segunda-feira, a interlocutores, que o bate-boca entre senadores favoráveis à sua manutenção no comando da Casa, como o líder de sua legenda, Renan Calheiros (AL), Fernando Collor (PTB-AL) e Wellington Salgado (PMDB-MG), contra aqueles que defendem sua renúncia, como Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF), foi positivo, e mostrou a força de sua tropa de choque numa ¿guerra¿ que só está começando.

Severino Motta, repórter em Brasília |


Mostramos nossa força, disse a interlocutores enquanto assistia, de seu gabinete, o bate-boca entre os senadores.

Ainda de acordo com pessoas próximas a Sarney, o confronto em plenário fez bem ao presidente, que se sentiu bem por poder contar com aliados. Na avaliação da cúpula que defende Sarney, a guerra prometida pelo seu partido e siglas aliadas foi iniciada e deve ser intensificada nos próximos dias, já que a tática é não deixar nenhum ataque sem resposta.

Após a sessão, Sarney ainda ponderou com seus aliados que o fato do líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), não ter feito ataques durante a sessão mostra que a estratégia de enfrentamento da crise, ou a partida para a guerra, como classifica o PMDB, está funcionando.

O comitê de Sarney ainda pondera que o presidente tentou até o limite manter um espaço para a conciliação entre os partidos, esticando tal corda ao máximo. Com o rompimento a guerra se tornou inevitável, o que, para interlocutores, fez muito bem a Sarney, que viu que não está só.

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