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À Deriva , de Heitor Dahlia, abre festival de cinema de Paulínia

SÃO PAULO ¿ O Festival de Paulínia de cinema, que acontece no interior de São Paulo, inaugura nesta quinta-feira (09) sua segunda edição, com a exibição fora de concurso de À Deriva, de Heitor Dhalia, que participou da mostra Um Certo Olhar no último Festival de Cannes.

Redação com Agência Estado |

Divulgação

Exibido fora de competição, "À Deriva", de Heitor Dahlia, abre Festival de Paulínia

Na outra ponta, no dia 16, também fora de competição, Daniel Filho encerra o evento com um filme inédito, "Tempos de Paz", para mostrar que a mostra tem espírito democrático, com espaço para qualquer cinematografia ¿ se Dhalia representa o que há de alternativo no cinema brasileiro, Daniel, responsável pelo fenômeno de bilheteria "Se Eu Fosse Você", encarna o que existe de comercial.

Em ascensão no cenário de festivais no País, Paulínia chama a atenção pela recompensa polpuda: R$ 650 mil distribuídos em prêmios, valor sem paralelo em eventos similares. Aliada à janela do mais novo polo cinematográfico nacional, a comissão organizadora do festival, encabeçado pelo crítico Rubens Ewald Filho, tem conseguido trazer obras representativas, como "No Meu Lugar", de Eduardo Valente, também exibido em Cannes, e "Enquanto Dura o Amor", de Roberto Moreira ("Contra Todos").

Prova do poder de atração do festival é a presença do longa de estreia de Ana Luiza Azevedo, "Antes que o Mundo Acabe". Sócia da Casa de Cinema de Porto Alegre, "casa" de Jorge Furtado e Carlos Gerbase, Ana Luiza, curta-metragista premiada, abriu mão de estrear seu filme em Gramado para levá-lo a Paulínia. Completam a competição de ficção "O Contador de Histórias", de Luiz Villaça, "Destino", de Moacyr Góes,  e "Olhos Azuis", de José Joffily.

Entre os documentários, nomes consagrados no formato, como Eduardo Coutinho, e candidatos a sucesso entre o público, caso da cinebiografia do grupo Mamonas Assassinas. Na lista completa de concorrentes estão "Caro Francis", de Nelson Hoineff, "Mamonas, o Doc", de Claudio Kans, "Sentido à Flor da Pele", de Evaldo Mocarzel, "Moscou", de Eduardo Coutinho, "Só Dez por Cento É Mentira", de Pedro César e Herbert de Perto, de Roberto Berliner e Pedro Bronz. Ainda disputam os prêmios seis curtas-metragens brasileiros e seis curtas regionais.

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