http://educacao.ig.com.br/acordo_ortografico/Acordo Ortográfico hspace=4 src=http://images.ig.com.br/educacao/reforma_140x75.gif align=left vspace=3 border=0 CURITIBA - Quartos de hoteis e pensões no centro de Curitiba são agora os alvos da Polícia Civil para conseguir novas provas que ajudem a desvendar o assassinato da menina Rachel Genofre, de 9 anos. Segundo o delegado chefe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Miguel Stadler, os policiais querem descobrir para onde Rachel foi levada pelo assassino no dia do crime, antes de ser morta.

- Reprodução
Foto de Rachel no Orkut
Estamos com linhas de investigação que precisam ser reforçadas. Mas volto a informar que os detalhes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações, disse o delegado.

Na tarde desta quarta-feira, a Polícia Civil também recebeu o laudo oficial do Instituto de Criminalística que descarta a possibilidade do ex-presidiário preso Jorge Luiz Pedroso Cunha, de 52 anos, e do primeiro suspeito interrogado serem os assassinos da menina Rachel.

Um laudo preliminar foi divulgado na terça (11) já apontava com 99% de certeza que os dois suspeitos não seriam os responsáveis pela morte da menina. A contra-prova foi emitida nesta quarta, pelo Instituto de Criminalística e desta vez o resultado foi concluído com 100% de certeza.

É importante ressaltar que mesmo o laudo tendo descartado a possibilidade destes dois suspeitos, a divulgação da foto do Jorge foi importante, porque através dela conseguimos encontrá-lo e cumprir o mandado de prisão que estava emitido contra ele pelo crime de atentado violento ao pudor que ele teria cometido contra uma criança no litoral, explicou o delegado.

Os policiais envolvidos na investigação também estão conversando com familiares e pessoas próximas da menina para tentar levantar outras pistas. A família da Rachel e a sociedade podem ter certeza que não estamos medindo esforços para encontrar o responsável por este crime bárbaro, finalizou o delegado.

O crime

A menina Rachel Maria Lobo Genofre, 9 anos, desapareceu no dia 3 de novembro após sair da escola onde estudava, em Curitiba. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, dentro de uma mala abandonada num local próximo da Rodoferroviária de Curitiba. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) do Paraná indicou que a criança sofreu violência sexual e a morte ocorreu por asfixia.

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