PT volta a ter 11 senadores com suplente de Quintanilha

O senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO) pedirá licença do Senado até março do próximo ano. Durante este tempo, Quintanilha assumirá a Secretaria de Educação e Cultura do Tocantins.

Agência Estado |

O mandato que deixará vago no Senado será ocupado por Sadi Cassol, do PT.

Após duas baixas na bancada, o PT terá, com a chegada de Cassol, 11 senadores, e manterá a posição de quarta maior bancada do Senado, atrás do PMDB, PSDB e DEM. No último mês pediram desfiliação do partido a senador Marina Silva (AC), que ingressou no PV, e o senador Flávio Arns (PR), que estuda filiar-se ao PSDB, legenda da qual fazia parte antes de ser eleito pelo PT, em 2002.

Aliados - O PTB também recebeu um novo senador na última quarta-feira e conta agora com oito integrantes. Osvaldo Sobrinho, do Mato Grosso, assumiu a vaga do senador Jayme Campos - que pediu licença do Senado por 120 dias. O crescimento da bancada significa maior poder ao líder do partido, senador Gim Argello (DF).

Um dos principais nomes da tropa de choque do governo, Gim Argello é suplente do ex-senador Joaquim Roriz, e está no Senado há pouco mais de dois anos. Em pouco tempo de mandato, ele foi nomeado vice-líder do governo, e ganhou um gabinete que ocupa todo o 13º andar da torre do Senado onde ficam os gabinetes de senadores que já foram ministros de Estado ou governadores. Com 10% da bancada, a orientação de Argello pode ser decisiva na votação de projetos de interesse do governo.

Com a chegada dos dois novos suplentes, chega a 18 o número de senadores que não precisaram de um voto sequer para serem eleitos, o que significa 22% do Senado.

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