MARGIN: 0cm 0cm 0pt MARGIN: 0cm 0cm 0ptFONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial,sans-serifurn:schemas-microsoft-com:office:office /O PSDB trouxe para a pré-campanha presidencial deste ano os temas que foram centrais para enfraquecer a candidatura de Geraldo Alckmin em 2006. Antes tratados como tabus, agora os tucanos se adiantam para marcar posição em assuntos como privatização e manutenção do Bolsa Família. " / tabus de 2006 já na pré-campanha - Brasil - iG" / MARGIN: 0cm 0cm 0pt MARGIN: 0cm 0cm 0ptFONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial,sans-serifurn:schemas-microsoft-com:office:office /O PSDB trouxe para a pré-campanha presidencial deste ano os temas que foram centrais para enfraquecer a candidatura de Geraldo Alckmin em 2006. Antes tratados como tabus, agora os tucanos se adiantam para marcar posição em assuntos como privatização e manutenção do Bolsa Família. " /

PSDB antecipa tabus de 2006 já na pré-campanha

http://images.ig.com.br/ult_us/selo_eleicoes.jpg align=left MARGIN: 0cm 0cm 0pt MARGIN: 0cm 0cm 0ptFONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial,sans-serifurn:schemas-microsoft-com:office:office /O PSDB trouxe para a pré-campanha presidencial deste ano os temas que foram centrais para enfraquecer a candidatura de Geraldo Alckmin em 2006. Antes tratados como tabus, agora os tucanos se adiantam para marcar posição em assuntos como privatização e manutenção do Bolsa Família.

Marcelo Diego, iG São Paulo |

Esse truque já deu certo no segundo turno da eleição passada, quando não fomos capazes de responder. Agora não, estamos trazendo os assuntos já para a pré-campanha, disse o senador Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do PSDB.

Quatro anos atrás, Alckmin teve 39,97 milhões de votos no primeiro turno contra 46,66 milhões de Lula. No segundo turno, o candidato tucano obteve 37,5 milhões de votos, contra 58,3 milhões do petista. Apesar de a votação no segundo turno ter ficado circunscrita a dois candidatos, Alckmin diminuiu seu total de eleitores. Naquele turno, o PT promoveu uma campanha baseada em dois grandes eixos: no slogan Deixa o homem trabalhar, indicando a necessidade de continuidade, e na premissa de que os tucanos iriam retomar as privatizações e acabar com o Bolsa Família.

Desde que José Serra se lançou pré-candidato à Presidência o PSDB tem tratado desses dois temas. Quem era contra a privatização teve oito anos para mudar tudo ninguém, mas ninguém faz nada. Se fossem erradas, teriam facilmente mudado isso, sem problema algum, disse Serra, em entrevista à Rádio Jovem Pan. Ele afirmou que privatização não é um ponto central do programa de governo tucano.

A pré-campanha petista voltou a bater na tecla de que uma gestão do PSDB poderia representar a venda do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e da Petrobras, entre outras empresas de capital misto controladas pelo governo. Partidários de Dilma Rousseff (PT) chegaram a nomear os tucanos de entreguistas. No dia 10 de abril, durante festa dos partidos que compõem a base de sustentação da candidatura de Serra, o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves foi aplaudido ao defender as privatizações realizadas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse não querer aplausos como esses.

AE
Alckmin usa jaqueta e boné em defesa de estatais em 2006

Este PT precisa acabar com esse discurso. Não cola mais, afirmou o presidente do PPS, Roberto Freire, uma das legendas de apoio a Serra.

Outro tema tratado e repetido pelos tucanos é a manutenção do Bolsa Família, programa de transferência de rendas, que distribui recursos (em média R$ 70 per capita) a famílias das camadas mais pobres, de acordo com algumas contrapartidas, como a assiduidade das crianças à escola. O programa atende cerca de 11 milhões de famílias no Brasil.

Sobre esse tema, há duas estratégias executadas pelos tucanos. A primeira é lembrar que o PSDB foi um dos precursores do programa de transferência de renda. Ao invés de colocar os méritos nas mãos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), a origem será creditada ao trabalho da socióloga Ruth Cardoso, ex-primeira dama e morta em 2008. Foi o que fez Serra durante o discurso no sábado.

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