O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, marcou para terça-feira (27) a reunião do partido que decidirá o destino de Ciro Gomes em 2010. A tendência é que o deputado federal do Ceará seja convencido a abandonar a disputa pela Presidência da República, o que abrirá caminho para o PSB fechar com Dilma Rousseff (PT)." / O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, marcou para terça-feira (27) a reunião do partido que decidirá o destino de Ciro Gomes em 2010. A tendência é que o deputado federal do Ceará seja convencido a abandonar a disputa pela Presidência da República, o que abrirá caminho para o PSB fechar com Dilma Rousseff (PT)." /

PSB marca reunião para decidir sobre desistência de Ciro

http://images.ig.com.br/ult_us/selo_eleicoes.jpg align=leftO governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, marcou para terça-feira (27) a reunião do partido que decidirá o destino de Ciro Gomes em 2010. A tendência é que o deputado federal do Ceará seja convencido a abandonar a disputa pela Presidência da República, o que abrirá caminho para o PSB fechar com Dilma Rousseff (PT).

Adriano Ceolin e Andreia Sadi, iG Brasília |


Nesta quarta-feira Campos encontrou-se em Brasília com lideranças do PSB na Fundação João Mangabeira. A reunião contou com a presença do vice-presidente do partido, Roberto Amaral, do primeiro-secretário Carlos Siqueira e do senador Renato Casagrande (PSB-ES). O partido começou a rascunhar uma carta aberta para justificar a saida de Ciro da corrida eleitoral

Segundo o iG apurou, o PSB vai cobrar do PT apoio do partido nos Estados. Atualmente, há quatro Estados em que os pré-candidatos do PSB estudam formar aliança com o PSDB, partido de oposição ao governo federal. São os diretórios socialistas de Alagoas, Amazonas, Paraíba e Paraná.

A avaliação do partido é que Ciro errou ao publicar em seu blog uma carta em que critica o partido por articular uma coligação com a candidata do PT. A pouco mais de 60 dias do prazo final para as convenções partidárias, eu não consigo entender o que quer de mim o meu partido, escreveu, no dia 15.

Quase uma semana depois da decisão, o senador Renato Casagrande tentou minimizar as declarações de Ciro. Isso já passou. Não vai influir na decisão sobre a candidadura, afirmou.

Casagrande, no entanto, fez questão de destacar que Ciro sempre acompanhou as discussões do partido sobre a possibilidade da candidatura própria ou da coligação com Dilma Rousseff.

As coisas sempre foram discutidas de forma aberta, transparente. Tudo na mesa, com ele participando, disse Casagrande.

Até o fim do ano passado, o senador do Espírito Santo era o principal defensor no partido da tese de candidatura própria. Isso porque tenta ser candidato ao governo do Estado e, para ele, era importante haver uma chapa presidencial do partido.

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