Uma feira próxima ao Palácio do Planalto, onde a fiscalização é rara, é o paraíso dos camelôs, que podem vender mercadorias ilegais sem se preocupar.

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Segundo o Ministério da Justiça, cerca de 2 milhões de pessoas trabalham no mercado informal, onde um fator mais grave que a pirataria de aparelhos eletrônicos é o comércio ilegal de remédios, iniciado com a falsificação de drogas contra a impotência sexual.

Este ano, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu quase meio milhão de medicamentos falsificados no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esses remédios têm grandes chances de causarem efeitos adversos a quem os consome.

O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e a Anvisa assinaram um acordo para implementar 20 medidas educativas de repressão à pirataria, entre elas uma que pretende estimular os estados a criarem delegacias de repressão à pirataria, para evitar que os brasileiros consumam medicamentos falsos, que são utilizados inclusive para doenças graves, como o câncer.

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