Protógenes se diz perseguido e estuda recorrer à Justiça contra afastamento da PF

BRASÍLIA - O delegado Protógenes Queiroz negou nesta quarta-feira ter participado de comício político de um candidato do PT, em Poços de Caldas (MG), nas últimas eleições municipais. Segundo ele, seus advogados estudam recorrer na Justiça da decisão da corregedoria da Polícia Federal de lhe afastar do trabalho de delegado até que o inquérito sobre o caso seja concluído.

Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias |

Meus advogados avaliam ingressar com medida judicial contra esse ato arbitrário que me afastou das atividades de delegado da Polícia Federal, informou Protógenes Queiroz.Acredito na Justiça do meu País, disse.

Segundo explicou Protógenes, sua viagem a Poços de Caldas foi requisitada por empresários locais que o convidaram a fazer uma palestra sobre segurança pública, e que sua conversa com o candidato do PT ocorreu apenas num saguão de hotel, e não em um comício. Na avaliação do delegado, ele está pagando um preço muito alto, talvez jamais visto na história da Polícia Federal.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), um dos parlamentares que frequentemente têm aparecido ao lado de Protógenes, também o defendeu e prometeu conversar pessoalmente com o corregedor da Polícia Federal sobre o afastamento. 

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