Protesto contra Yeda tem 25 feridos e 12 presos no Sul

PORTO ALEGRE - A Polícia Militar gaúcha impediu que uma manifestação de cerca de 800 sem-terra, pequenos agricultores, trabalhadores desempregados e estudantes chegasse às portas do Palácio Piratini, sede do governo do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira. Durante o cerco policial houve dois confrontos que deixaram 25 pessoas feridas. Doze participantes do protesto foram presos.

Agência Estado |

Durante a concentração para a marcha, os sem-terra indicaram que protestariam contra o escândalo de corrupção que atinge o governo gaúcho, responsabilizado por uma fraude de R$ 44 milhões no Departamento Estadual de Trânsito (Detran). As irregularidades foram descobertas no fim do ano passado pela Polícia Federal e seus desdobramentos mergulharam o governo de Yeda Crusius (PSDB) em profunda crise política.

Contornado o tumulto, o grupo seguiu em direção ao Parque Harmonia, sob vigilância da Brigada Militar. Quando chegou, obstruiu uma rua de acesso à Receita Federal e foi dispersado novamente, em outro confronto. Os manifestantes foram para dentro do parque e de lá voltaram para o interior do Estado, sem chegar ao palácio. Do total de feridos, 17 eram manifestantes e 8 policiais, segundo levantamento feito pelos dois lados.

Yeda apoiou a ação da polícia. A manifestação foi dissolvida e quero cumprimentar a inteligência e as ações da Brigada Militar. Para ela, quem feriu a ordem foram os manifestantes. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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