Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, criticou nesta quarta-feira a proposta de http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/02/18/deputados+tramam+aumento+dos+proprios+salarios+4135951.html target=_topaumento de salário dos deputados e fim das verbas indenizatórias. Essa sugestão, que não é nova, tem a finalidade de garantir a grana que os deputados recebem sem ter a necessidade de dar explicações. É uma proposta literalmente indecorosa, afirmou ele durante chat realizado no Último Segundo." / indecorosa , afirma Claudio Abramo - Brasil - iG" / Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, criticou nesta quarta-feira a proposta de http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/02/18/deputados+tramam+aumento+dos+proprios+salarios+4135951.html target=_topaumento de salário dos deputados e fim das verbas indenizatórias. Essa sugestão, que não é nova, tem a finalidade de garantir a grana que os deputados recebem sem ter a necessidade de dar explicações. É uma proposta literalmente indecorosa, afirmou ele durante chat realizado no Último Segundo." /

Proposta de aumentar salário de deputados é indecorosa , afirma Claudio Abramo

SÃO PAULO - O diretor-executivo da http://www.transparencia.org.br/index.html target=_topTransparência Brasil, Claudio Weber Abramo, criticou nesta quarta-feira a proposta de http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/02/18/deputados+tramam+aumento+dos+proprios+salarios+4135951.html target=_topaumento de salário dos deputados e fim das verbas indenizatórias. Essa sugestão, que não é nova, tem a finalidade de garantir a grana que os deputados recebem sem ter a necessidade de dar explicações. É uma proposta literalmente indecorosa, afirmou ele durante chat realizado no Último Segundo.

Redação |

Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados anunciou que, em 45 dias, todas as informações sobre as notas fiscais apresentadas pelos parlamentares para comprovar os gastos com a verba indenizatória serão disponibilizadas na internet. No Senado, o presidente da Casa, José Sarney, disse que também quer dar mais transparência ao processo.

Apesar da Câmara e do Senado informar pela internet quanto cada parlamentar gastou, não é informado em que empresa e de que maneira o gasto foi feito. Para Abramo, isso não melhora a questão da transparência do governo. "No frigir dos ovos, a não-divulgação do CNPJ das empresas que os deputados informam ter sido as beneficiárias dos pagamentos alegados torna a nova medida basicamente inócua", afirmou.

Durante o chat, o diretor-executivo da Transparência Brasil também explicou que a verba indenizatória não é o único recurso disponível para gastos dos deputados: "Eles têm um monte de outras verbas, em particular uma verba-paletó de dois salários extras por ano para, literalmente, comprar sapato, terno, gravata e por aí vai. Por mês, cada deputado custa, em gastos diretos com ele (salário, verba disso e daquilo etc.) a bagatela de R$ 118 mil".

A verba indenizatória na Câmara e no Senado é de R$ 15 mil mensais. O recurso pode ser usado para pagar consultores, aluguéis, combustíveis, divulgação da atividade parlamentar, entre outros gastos.

A discussão das notas fiscais voltou à tona devido ao deputado Edmar Moreira (sem partido-MG), que renunciou à 2ª Vice-Presidência da Câmara. Entre as suspeitas que pesaram contra o parlamentar estaria a de que ele teria usado a verba para pagar serviços de segurança fornecidos pela sua própria empresa.

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