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SÃO PAULO - A promotoria do Estado de São Paulo entrou com um pedido no Tribunal de Justiça para revogar a liberdade provisória do ex-seminarista Gil Rugai. Ele é acusado de matar o pai, o publicitário Luiz Carlos Rugai, e a mulher dele, Alessandra de Fátima Troitino, em 28 de março de 2004, para encobrir um desfalque que teria dado na empresa da família.

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Após ficar preso por dois anos e 13 dias, Rugai deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, em abril de 2006, quando obteve um habeas-corpus para aguardar o julgamento em liberdade.

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